Leandro Godoy fala sobre Marketing na Jornada do Jovem Advogado OAB

Leandro Godoy fala sobre Marketing na Jornada do Jovem Advogado OAB

No dia 18/5/18, nosso diretor, Leandro Godoy, palestrou na UNIP pela Jornada do Jovem Advogado, promovida pela OAB Santos-SP.

Os assuntos abordados foram referentes as limitações que o estatuto e o código de ética da OAB impõe para seus associados.

Tudo começou com a desmistificação de que o advogado não pode fazer marketing, já que a OAB prevê a vedação de ações publicitárias comerciais, e não a prática mercadológica de atração e retenção de clientes, afinal, o advogado é um profissional que precisa vender para sobreviver, como qualquer outro negócio.

Foi explicado, então, como estratégias de Inbound Marketing podem ser essenciais, assim como o processo de funil e o como aplicá-las.

Devido ao sucesso da palestra, esta será transformada em webinário, que será lançado em breve, para ajudarmos jovens advogados do Brasil inteiro a entender as boas práticas de marketing jurídico, para aumentar sua renda e ter uma carreira sustentável!

 

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Hugo Gloss e outros Digital Influencers sofrem com terreno alugado

Hugo Gloss e outros Digital Influencers sofrem com terreno alugado

Hugo Gloss, assim como outros digital influencers, sofrem hoje com o que chamamos de síndrome do terreno alugado, que consiste em ter seu trabalho dependente de uma plataforma que você não tem controle nenhum.

Empresas de mídias sociais, como Facebook, LinkedIn, Instagram, YouTube, etc, podem, a qualquer momento, tomar a decisão que acharem melhor para o que quiserem, já que são empresas totalmente privadas. Ou seja, quem depende dessas plataformas, depende 100% dos seres humanos que as controlam.

Ter um site, um app, um blog, um espaço de convivência, ou o que for SEU, é necessário para que você não sofra da síndrome do terreno alugado.

Pegando o exemplo do Felipe Neto, por já ter tido problemas com o YouTube,  vemos que ele desenvolveu um aplicativo próprio para ligar com seu canal de YouTube, entenda que ele não deletou seu canal, mas agora o utiliza da forma correta: como uma ponte, um meio, não um fim.

Adotar boas práticas de social media, aparecer nos mais diversos veículos, tanto on quanto off-line, é necessário para que você traga seu público para uma mídia proprietária, algo que seja controlado por você, porque caso o facebook, por exemplo, se tornar o novo Orkut, você saberá que seu precioso público ainda estará seguro em sua lista de contatos / mailing.

Entenda o que aconteceu: http://www.meioemensagem.com.br/home/ultimas-noticias/2018/05/14/entenda-o-que-deixou-hugo-gloss-fora-do-instagram.html

O tema de WordPress perfeito para o seu projeto

O tema de WordPress perfeito para o seu projeto

Por que usar o WordPress?

O WordPress é, hoje, a mais popular, segura e barata ferramenta de construção de sites disponível. Grandes empresas e agências a utilizam em seus projetos, sem pensar duas vezes.

O que é um tema, ou template, para WordPress?

A função principal do WordPress é ser um gerenciador de conteúdo, não um construtor visual, como muitos pensam. Para criar um site em WordPress você, necessariamente, precisa de um tema para dar uma “cara” ao seu site. O tema é responsável pelo que o visitante de seu site vê.

Como uso um tema?

O tema geralmente é produzido por uma empresa ou um webdesigner, e então é instalado pela área de administração do WordPress (ou pelo gerenciamento de arquivos do seu servidor). Você tem, basicamente, 3 opções ao escolher um tema para seu site:

 

  1. Procurar um tema gratuito (geralmente os temas gratuitos tem alguma limitação);
  2. Comprar um tema pago;
  3. Fazer seu próprio tema.

Qual a solução que a markframe utiliza e recomenda?

A solução para temas que utilizamos neste site, em sites de clientes e recomendamos para todos, é um híbrido das opções 2 e 3 acima. São os temas que chamamos de “page builder” ou, em português, contrutor de páginas.

Durante muito tempo os page builders eram pesados, extremamente limitados e acabavam enfraquecendo a ideia dos projetos. Hoje, por outro lado, temos soluções mais robustas em funcionalidades, porém mais leves na hora de carregar, se assimilando a temas padrão.

A solução que escolhemos foi o Divi, um tema da Elegant Themes que tem uma plataforma simples e intuitiva para os leigos, se tornando fácil montar os blocos, inserir imagens e animações, mas também tem uma boa capacidade de personalização para os usuários avançados, através de espaços para integrações de APIs, edição de CSS, blocos de código livre, etc…

Como posso usar/testar o Divi?

Clique no banner abaixo, lá você terá uma explicação mais detalhada e acesso a links de demonstração.

Divi WordPress Theme

Mas não quero montar meu site, dá trabalho e exige conhecimento de muitas técnicas para gerar resultados…

Ok, entendemos sua preocupação. Afinal, montar um site não é só entender de ferramentas, gostamos de analisar isso como uma vitrine…

Imagina se você tem o desafio de montar uma loja com uma vitrine que atraia e converta os visitantes em clientes?

Mudar os objetos de lugar, colocar em uma ordem lógica, fazer testes diários, montar um banner para promover um produto, etc, não exige nenhum conhecimento ferramental, e sim mercadológico.

Construir um site é a mesma coisa!

A ferramenta, como o Divi + WordPress, facilita uma parte do trabalho, mas não garante a experiência e conhecimento necessário para a montagem de um site que converte.

Por isso, se você não é um profissional com conhecimento de marketing, publicidade e/ou UX design, recomendamos que contrate um negócio profissional para fazer seu site.

Caso queira, a markframe presta este serviço, de forma ágil, estratégica e dentro de seus objetivos comerciais. Para conhecer nosso serviço de criação de websites, clique no botão abaixo. Abraço!

ou

Qual é o problema?

Qual é o problema?

“Bons administradores são aqueles que fazem as melhores perguntas, e não os que repetem suas melhores aulas”.

Um dos maiores choques de minha vida foi na noite anterior ao meu primeiro dia de pós-graduação em administração. Havia sido um dos quatro brasileiros escolhidos naquele ano, e todos nós acreditávamos, ingenuamente, que o difícil fora ter entrado em Harvard, e que o mestrado em si seria sopa. Ledo engano.
Tínhamos de resolver naquela noite três estudos de caso de oitenta páginas cada um. O estudo de caso era uma novidade para mim. Lá não há aulas de inauguração, na qual o professor diz quem ele é e o que ensinará durante o ano, matando assim o primeiro dia de aula. Essas informações
podem ser dadas antes. Aliás, a carta em que me avisaram que fora aceito como aluno veio acompanhada de dois livros para ser lidos antes do início das aulas.

O primeiro caso a ser resolvido naquela noite era de marketing, em que a empresa gastava boas somas em propaganda, mas as vendas caíam ano após ano. Havia comentários detalhados de cada diretor da companhia, um culpando o outro, e o caso terminava com uma análise do presidente sobre a situação.
O caso terminava ali, e ponto final. Foi quando percebi que estava faltando algo. Algo que nunca tinha me ocorrido nos dezoito anos de estudos no Brasil.

Não havia nenhuma pergunta do professor a responder. O que nós teríamos de fazer com aquele amontoado de palavras?

Eu, como meus quatro colegas brasileiros, esperava perguntas do tipo “Deve o presidente mudar de agência de propaganda ou demitir seu diretor de marketing?”. Afinal, estávamos todos acostumados com testes de vestibular e perguntas do tipo “Quem descobriu o Brasil?”.

Harvard queria justamente o contrário. Queria que nós descobríssemos as perguntas que precisam ser respondidas ao longo da vida. Uma reviravolta e tanto. Eu estava acostumado a professores que insistiam em que decorássemos as perguntas que provavelmente iriam cair no vestibular.

Adorei esse novo método de ensino, e quando voltei para dar aulas na Universidade de São Paulo, trinta anos atrás, acabei implantando o método de estudo de casos em minhas aulas. Para minha surpresa, a reação da classe foi a pior possível. “Professor, qual é a pergunta?”, perguntavam-me. E, quando eu respondia que essa era justamente a primeira pergunta a que teriam de responder, a revolta era geral: “Como vamos resolver uma questão que não foi sequer formulada?”.

Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas prontas e definidas, por uma razão muito simples: é mais fácil para o aluno e também para o professor. O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo. E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas, como no vestibular. Nossos alunos estão sendo levados a uma falsa consciência, o mito de que todas as questões do mundo já foram formuladas e solucionadas. O objetivo das aulas passa a ser apresentá-las, e a obrigação dos alunos é repeti-las na prova final.

Em seu primeiro dia de trabalho você vai descobrir que seu patrão não lhe perguntará quem descobriu o Brasil e não lhe pagará um salário por isso no fim do mês. Nem vai lhe pedir para resolver “4/2 = ?”. Em toda a minha vida profissional nunca encontrei um quadrado perfeito, muito menos uma divisão perfeita, os números da vida sempre terminam com longas casas decimais.

Seu patrão vai querer saber de você quais são os problemas que precisam ser resolvidos em sua área. Bons administradores são aqueles que fazem as melhores perguntas, e não os que repetem suas melhores aulas.
Uma famosa professora de filosofia me disse recentemente que não existem mais perguntas a ser feitas, depois de Aristóteles e Platão. Talvez por isso não encontramos solução para os
inúmeros problemas brasileiros de hoje. O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados.

Em minha experiência e na da maioria das pessoas que trabalham no dia-a-dia, uma vez definido qual é o verdadeiro problema, o que não é fácil, a solução não demora muito a ser encontrada. Se você pretende ser útil na vida, aprenda a fazer boas perguntas mais do que sair arrogantemente ditando respostas. Se você ainda é um estudante, lembre-se de que não são as respostas que são importantes na vida, são as perguntas.”

– Stephen Kanitz

Marketing e Publicidade na advocacia | via G1 Globo

Marketing e Publicidade na advocacia | via G1 Globo

Especialistas explicam como divulgar seu trabalho sem violar o Código de Ética da OAB

Você já deve ter ouvido aquele ditado “Quem não é visto, não é lembrado”. Parece algo meio óbvio, mas a grande competição no mercado de trabalho tem exigido cada vez mais das pessoas investirem em estratégias e ações que resultem em visibilidade das suas competências. Assim como nas demais profissões, na advocacia o marketing é necessário, porém, os profissionais do Direito devem ter cuidados com abusos que possam violar o Código de Ética imposto pela OAB (Ordem dos Advogados).

Segundo o Presidente da Comissão do Jovem Advogado da OAB Santos, Adriano Ialongo, o marketing não é proibido no Código de Ética, o que é proibida é a publicidade em exagero. “A publicidade pode ser feita, mas de forma moderada e conservadora. O marketing é feito diariamente, como o cafezinho servido pela secretária, o atendimento ao telefone e toda a recepção”.

Adriano Ialongo explica que a publicidade em exagero é proibida no Código de Ética (Foto: Nathalie Monteiro – Assessoria OAB Santos)

Adriano Ialongo explica que a publicidade em exagero é proibida no Código de Ética (Foto: Nathalie Monteiro – Assessoria OAB Santos)

Ele ainda explica. “Existe um pré-conceito da advocacia entendendo que a publicidade e marketing são as mesmas ferramentas e que não poderia utilizar nenhuma delas. Essa falta de conhecimento gera travas e falta de oportunidades que ele teria diariamente de ganhar mercado, captar cliente de uma forma ética, prudente e dentro do limite do Código de Ética da Advocacia”.

Para o jornalista Julio Marcondes, os escritórios de advocacia, via de regra, são uma empresa e requer uma gestão e um investimento em comunicação. “É preciso saber divulgar a marca, saber mostrar para o cliente o trabalho que ele realiza, o que é especialista, as formas e áreas que são importantes”.

O jornalista Julio Marcondes defende a necessidade das empresas investirem em comunicação (Foto: Nathalie Monteiro – Assessoria OAB Santos)

O jornalista Julio Marcondes defende a necessidade das empresas investirem em comunicação (Foto: Nathalie Monteiro – Assessoria OAB Santos)

De que forma o advogado pode, então, realizar a publicidade do seu escritório?

Conforme o publicitário, Leandro Godoy, existe um limite, mas não uma vedação. “Ele pode focar na informação, pois aí ele consegue públicos diferentes. Se quer vender, tem que aparecer de alguma forma, caminhar nessa linha tênue e fazer o trabalho dele de uma forma efetiva”.

O publicitário Leandro Godoy acredita que a melhor forma de divulgação é focar na informação (Foto: Nathalie Monteiro – Assessoria OAB Santos)

O publicitário Leandro Godoy acredita que a melhor forma de divulgação é focar na informação (Foto: Nathalie Monteiro – Assessoria OAB Santos)

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